No outro dia perguntaste como era. Como era sentir o que sinto, viver com o presente e sobreviver ao mesmo. E eu respondi, com a maior tranquilidade e ao mesmo tempo com a maior agressividade e stress: “Dói.”
Numa das diversas e necessariamente desnecessárias discussões, pela primeira vez expliquei-te tudo. Expliquei-te que dói; dói a cabeça de tanto pensar, dói as pernas e os braços de tanta força que faço para não cair, dói o coração por sentir, sentir e voltar a sentir. É uma dor tão intensa que se tornou física…
Disse-te também que esperava que nunca sentisses o que sinto hoje (ontem e certamente amanhã) e que para qualquer coisa eu estou aqui e vou sempre estar. És uma pessoa muito especial que apesar de todas as incertezas e maus momentos não desististe e sempre caminhaste em frente, continuamente a pensar na nossa felicidade e futuro.
A verdade é que apesar de tudo o que me tira o sono, tu agora és o único que me acalma. Dormir junto a ti e o tão falado beijinho de boa noite certamente garantem noites pacificas sem muitas voltas… Não há palavras que descrevam o que sinto, mas certamente que as acções falam por si.
Ambos sabemos que tudo vai melhorar e que “os mais felizes” vão sempre ser “os mais felizes”.

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